Museu de Arte Popular da Paraíba sedia mais uma edição do projeto Palco do Choro

Na próxima sexta-feira (11), no Museu de Arte Popular da Paraíba (MAPP) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Campina Grande, será realizada mais uma edição do projeto Palco do Choro. O evento, com entrada gratuita, terá início às 19h e contará com a apresentação dos músicos André e Castor.

André Farias é funcionário aposentado do Banco do Brasil. Formado em Matemática pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), começou a tocar violão aos 18 anos. Estudou violão na Musidom, no Serviço Social do Comércio (Sesc), na Fundação Regional do Nordeste (Furne) e atualmente faz parte da OCD – Orquestra de Cordas Dedilhadas, projeto coordenado pelo professor Jorge Ribas. Começou a tocar choro em 2013, quando recebeu um convite do músico e educador Hermes Filho, que na ocasião lhe orientou a estudar algumas obras de Waldir Azevedo, Pixinguinha, Jacob do Bandolim, entre outras, através de partituras. Após estudá-las, foi convidado a tocar em algumas ocasiões com o grupo Chorata. “Agradeço a receptividade que tive pelos amigos Givanildo, Rocha, Jonas, Almir e Hermes, a quem devo a oportunidade de aprimorar meu aprendizado nesse rico gênero musical brasileiro”, explicou.

Castor da Paz Filho nasceu em oito de outubro de 1958, em Campina Grande. É professor de matemática da UEPB. Ele conta que sempre gostou de música e que costumava assistir as apresentações de vários grupos da cidade, até que um dia resolveu estudar música. O instrumento escolhido foi o cavaquinho – típico e indispensável a qualquer regional de choro. Iniciou os estudos no instrumento há três anos e, desde esse tempo, pratica sua execução com amigos nas rodas de choro espalhadas pela região. Também é integrante da Orquestra de Cordas Dedilhadas.

O projeto Palco do Choro é uma iniciativa bem sucedida efetivada através de uma parceria entre o Museu de Arte Popular da Paraíba e o Grupo Chorata. Os admiradores do gênero já sabem: na segunda sexta-feira de cada mês, há em Campina Grande uma excelente oportunidade de entretenimento, em que o chorinho é a estrela maior. Improviso, criatividade e boa música, peculiares a toda roda de choro, estão disponíveis para quem quiser simplesmente ouvir ou também tocar e fazer parte do espetáculo.

Assessoria de Imprensa

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